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Investimentos: saiba como multiplicar seu dinheiro de forma segura

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Written by Clara Brightman

Descubra como fazer investimentos, veja exemplos práticos e aprenda a multiplicar seu dinheiro com segurança e informação confiável.

Investimentos: saiba como multiplicar seu dinheiro de forma segura

Investimentos é um tema cada vez mais importante para os brasileiros. Com a alta da inflação e o custo de vida subindo, buscar alternativas para multiplicar o dinheiro virou prioridade. Por isso, entender como investir de um jeito seguro e inteligente faz toda a diferença no bolso.

Muitas pessoas ainda acham que aplicar dinheiro é difícil ou arriscado. No entanto, se você conhece o básico e segue algumas dicas, dá para ganhar bons resultados mesmo com valores pequenos. Portanto, neste artigo, vamos mostrar tudo que você precisa saber sobre esse hábito. Vamos explicar o que é investir, quais os tipos mais comuns e como começar com pouco.

Os dados mostram que o brasileiro tem investido mais nos últimos anos. Segundo o Banco Central, o valor aplicado na poupança chegou perto de R$ 1 trilhão em 2023. Por outro lado, muita gente ainda não sai da poupança por falta de conhecimento ou medo de perder dinheiro. Neste texto, vamos explicar opções melhores e mostrar como fazer escolhas certas.

Entendendo investimentos: o que é e por que aplicar dinheiro

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Foto por micheile henderson no Unsplash

De forma simples, investir quer dizer aplicar dinheiro em algo para buscar ganhos no futuro. Portanto, quem investe procura ver o dinheiro crescer com o tempo, em vez de só guardar na conta. Esse hábito é importante porque o dinheiro parado perde valor com a inflação.

Por exemplo, imagine que você deixa R$ 1.000 guardados na gaveta. Depois de um ano, se a inflação foi de 5%, seu poder de compra caiu. Ou seja, aquele valor compra menos coisas agora. Por outro lado, se tivesse investido com rendimento de 10% ao ano, teria R$ 1.100 no final do período. Portanto, investir protege e multiplica os recursos. Segundo dados do borainvestir.b3.com.br.

Há vários jeitos de aplicar dinheiro. Existem opções para quem busca segurança, como a poupança ou o Tesouro Direto. Por outro lado, quem aceita correr mais risco pode tentar ações ou fundos imobiliários. O importante, de fato, é sempre estudar as possibilidades com calma. Além disso, ajuste as escolhas conforme seus objetivos e prazos.

Investir não é só para os ricos. O Tesouro Direto, por exemplo, aceita aplicações a partir de R$ 30. Sendo assim, mesmo quem ganha pouco pode começar agora. A educação financeira é essencial para usar cada opção do melhor jeito e fugir de erros comuns, como cair em promessas de ganhos rápidos. Portanto, antes de tudo, busque informações confiáveis e analise bem cada produto.

Principais motivos para investir

Muitos brasileiros ainda acham que só vale a pena guardar dinheiro na poupança. Contudo, existem motivos fortes para conhecer outras formas de investir. Em primeiro lugar, somente guardar dinheiro pode não ser suficiente para manter ou aumentar seu patrimônio. Por isso, separamos os principais motivos para adotar esse hábito:

  1. Proteção contra a inflação: Investir faz o dinheiro render mais do que a inflação, mantendo seu poder de compra.
  2. Possibilidade de ganhos maiores: Existem opções que podem render bem mais do que a poupança tradicional. Alguns fundos ou até mesmo ações podem trazer boas surpresas para quem estuda e escolhe bem.
  3. Diversificação e redução de riscos: Aplicar em mais de um produto financeiro ajuda a evitar perdas grandes.
  4. Conquistar objetivos: Comprar um carro, casa ou sonhar com a aposentadoria pode ser mais fácil e rápido para quem investe de forma planejada.
  5. Portanto, investir é o caminho para realizar grandes sonhos e ter mais tranquilidade financeira no futuro.

    Principais tipos de investimentos para iniciantes

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    Foto por Precondo CA no Unsplash

    Ao falar em aplicar dinheiro, muita gente imagina só a poupança. No entanto, o mercado oferece alternativas melhores e com rendimentos que realmente fazem diferença ao longo do tempo. Dessa forma, saber escolher é fundamental.

    Vamos detalhar agora os principais tipos de investimento para quem está começando:. De acordo com investalk.bb.com.br.

    Renda fixa

    A renda fixa é uma das opções mais conhecidas e seguras. Nesse modelo, você sabe quanto vai ganhar logo que investe. Entre os principais produtos estão:

    • Poupança: Fácil de usar e sem taxas, mas rende pouco. Atualmente, paga cerca de 0,5% ao mês mais a variação da TR (que costuma ser baixa). Para quem tinha R$ 1.000 em janeiro, ao final de um ano, terá ao redor de R$ 1.061, não muito acima da inflação.
      • Tesouro Direto: Programa do governo que permite emprestar dinheiro para o país em troca de juros. Existem títulos prefixados e pós-fixados. Um Tesouro Selic, por exemplo, rendeu mais de 13% ao ano em 2022, bem acima da poupança.
        • CDBs: Certificados de Depósito Bancário são oferecidos por bancos. O rendimento pode ser atrelado ao CDI (taxa de referência entre os bancos). Muitos CDBs pagam 110% ou até 120% do CDI em bancos menores, o que equivale a cerca de 15% ao ano.
        • Portanto, quem busca segurança, deve olhar para esse tipo de aplicação. Os riscos são bem baixos, principalmente para produtos garantidos pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC).

          Renda variável

          A renda variável oferece mais risco, mas pode render bem mais. O valor aplicado pode subir ou cair a cada dia. Alguns exemplos são:

          • Ações: Pequenas partes de empresas na Bolsa de Valores. O Ibovespa, principal índice, subiu quase 13% em 2023, mas oscila muito e depende do desempenho das empresas e do país.
            • Fundos Imobiliários (FIIs): Aplicações em imóveis, como shoppings e galpões. Os FIIs pagam aluguéis mensais aos cotistas. Em 2023, muitos FIIs pagaram dividendos acima de 10% ao ano.
              • ETFs: São fundos que acompanham índices da Bolsa, como o próprio Ibovespa. Custam pouco, são fáceis de negociar, mas acompanham as oscilações do mercado.
              • De fato, só vale apostar em renda variável quem aceita correr riscos e tem objetivos de longo prazo. Por isso, é sempre bom estudar antes de comprar qualquer ação ou fundo.

                Fundos de investimento

                Os fundos reúnem dinheiro de vários investidores. Um gestor profissional escolhe onde aplicar. Existem fundos de renda fixa, multimercados, ações ou imobiliários. Eles facilitam o acesso a estratégias mais complexas. No entanto, atenção às taxas cobradas, pois podem corroer uma parte dos ganhos. Antes de entrar em um fundo, analise o regulamento e o histórico do gestor.

                . De acordo com bloomberg.com.

                Previdência privada

                A previdência privada é pensada para quem quer juntar dinheiro de olho na aposentadoria. É possível fazer aportes mensais e receber o dinheiro no futuro, em uma renda extra. Existem opções de planos PGBL e VGBL. Um ponto importante são as taxas administrativas. Elas podem ser altas e tirar parte do rendimento. Portanto, compare bem antes de decidir.

                A diversidade de opções mostra que sempre existe produto para cada perfil e objetivo. Mesmo com pouco dinheiro, você já pode começar. O importante é saber o risco, rendimento esperado e prazo de cada aplicação.

                Dicas práticas para começar a investir com pouco dinheiro

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                Foto por Markus Winkler no Unsplash

                Muita gente acha que investir exige muito dinheiro. No entanto, na prática, dá para apostar em diversos produtos mesmo se sua renda é baixa. Vamos mostrar passos simples para começar sem medo.

                Passo 1: organize as finanças pessoais

                Antes de investir, veja como está sua vida financeira. Ou seja, anote as receitas, gastos e realize um diagnóstico sincero. Isso ajuda a definir quanto pode separar por mês sem comprometer contas básicas.

                Por exemplo, se você ganha R$ 2.000 e consegue guardar R$ 100 por mês, já é um bom começo. Dessa forma, em um ano, terá investido R$ 1.200. É importante ser realista para não correr riscos de precisar resgatar a aplicação antes da hora.

                Passo 2: monte uma reserva de emergência

                Especialistas recomendam ter uma reserva para imprevistos. O valor ideal vai de 3 a 6 meses das suas despesas fixas. Portanto, se você gasta R$ 1.500/mês, o ideal é juntar entre R$ 4.500 e R$ 9.000. Aplique essa reserva em opções seguras e de liquidez diária, como Tesouro Selic ou CDBs com saque rápido.

                Passo 3: escolha investimentos conforme seu perfil

                Cada pessoa lida com riscos de forma diferente. Existem três perfis principais: conservador, moderado e agressivo. Para ver seu perfil, preencha o teste de suitability do seu banco ou corretora. Assim, você evita cair em aplicações fora da sua zona de conforto.

                Passo 4: comece pequeno e aumente aos poucos

                Não espere juntar muito para investir. Com R$ 30 já é possível comprar um título do Tesouro Direto. Além disso, bancos digitais oferecem CDBs que aceitam aportes de R$ 1. Portanto, acostume-se a aplicar sempre que receber o salário, mesmo que valor seja baixo. Com o tempo, o efeito dos juros compostos aumenta a quantia de forma surpreendente.

                Veja um exemplo prático: guardar R$ 100 por mês, por 5 anos, com rendimento de 10% ao ano. No fim, você teria cerca de R$ 7.900, sendo R$ 6.000 aportados e quase R$ 1.900 de rendimento. Ou seja, investir cedo faz diferença real.

                Passo 5: busque informações seguras

                Evite cair em promessas milagrosas de “ficar rico rápido”. Sempre pesquise informações em fontes confiáveis, como o Tesouro Direto ou Banco Central. Além disso, desconfie de dicas de “gurus” de redes sociais e busque sempre dados oficiais.

                Em resumo, o mais valioso é criar o hábito de investir com cuidado e foco no longo prazo. Assim, você tende a conquistar resultados mais sólidos e duradouros.

                Riscos, erros comuns e dicas para evitar prejuízos ao investir

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                Foto por Markus Winkler no Unsplash

                Investir traz várias vantagens, mas também envolve riscos. Por isso, para proteger seu patrimônio, é importante conhecer os principais perigos e aprender a evitá-los.

                Riscos mais comuns

                O risco mais comum é o de perder parte ou todo o dinheiro investido. Esse risco é maior na renda variável, como ações e fundos imobiliários. No entanto, até mesmo a renda fixa pode oferecer risco se a instituição quebrar, como ocorreu em crises do passado.

                Outro perigo é cair em golpes. Existem “investimentos” que prometem ganhos absurdos, como 5% ao mês fixos. Desconfie sempre que o retorno for muito acima do mercado, pois golpes de pirâmide são comuns e já prejudicaram milhares de pessoas no Brasil.

                Além disso, o risco de liquidez também deve ser considerado. Algumas aplicações cobram multas ou só permitem resgates após certo tempo. Portanto, você pode ficar com dinheiro “preso” se não planejar bem o prazo da aplicação.

                Erros de quem está começando

                Por outro lado, quem começa a investir costuma cometer alguns deslizes, como:

                • Apostar todas as economias em uma só aplicação
                • Seguir dicas sem estudar nem entender o produto
                • Resgatar o dinheiro antes do tempo, pagando impostos mais altos ou perdendo rendimento
                • Não acompanhar as taxas cobradas, que muitas vezes são escondidas
                • Achar que vai enriquecer rápido, sem esforço
                • Evitar esses erros é fundamental para construir uma trajetória sólida e tranquila no mundo dos investimentos.

                  Como reduzir os riscos na prática

                  Diversificar as aplicações é a principal dica. Ou seja, nunca coloque todo o dinheiro em só uma opção. Divida entre renda fixa, fundos e, se tolerar oscilações, inclua uma pequena parte em ações ou FIIs.

                  Além disso, mantenha uma reserva de emergência sempre à mão. Esse valor serve para cobrir despesas inesperadas e evita que você precise mexer nos investimentos, tirando dinheiro na hora errada.

                  Por fim, estude com frequência e revise sua carteira pelo menos uma vez por ano. Veja se os objetivos mudaram, se os produtos ainda fazem sentido para seu perfil ou se é hora de buscar outras alternativas com melhores rendimentos e menor risco.

                  Conclusão

                  Investimentos são ferramentas importantes para multiplicar seu dinheiro e conquistar mais segurança. Por isso, investir mesmo pequenas quantias faz diferença no longo prazo. Conheça seu perfil, diversifique a carteira e fuja de promessas milagrosas.

                  Comece já. Com R$ 30, você já pode aplicar no Tesouro Direto ou em alguns CDBs, por exemplo. O segredo é criar o hábito e buscar informação segura de fontes como o Banco Central e o Tesouro Direto.

                  Em resumo, faça escolhas alinhadas ao seu objetivo e monitore sempre seus investimentos. Assim, você ganha tranquilidade, vê o dinheiro crescer e realiza seus sonhos mais rápido.

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